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CONDOMÍNIO DO EMPREENDEDOR CULTURAL: UMA IDÉIA PIONEIRA

CONDOMÍNIO DO EMPREENDEDOR CULTURAL: UMA IDÉIA PIONEIRA

Uma iniciativa inédita funciona, desde agosto de 2002, no solar localizado em pleno Centro Histórico de Salvador. Trata-se do Condomínio do Empreendedor Cultural (CEC) formado por pequenos empresários, ONG’s, profissionais autônomos e entidades nas áreas de arte, cultura, educação, ecologia, comunicação e turismo. O CEC tem como finalidade oferecer ao mercado cultural baiano um “mix” de serviços.
A idéia do condomínio surgiu entre produtores, artistas e ambientalistas, participantes da Rede de Agentes Culturais da Bahia.


Qual foi o Programa Fomentador?
O Programa Empreendedor Cultural realizado por consultores da FP Engenharia Cultural através de parceria com o SEBRAE e Secretaria de Cultura e Turismo do Estado da Bahia em 1999. Como principal gerador o “Curso Como Viabilizar Projetos Culturais” oferecido pela parceria citada. Veio após a idéia de organização de uma rede de agentes culturais – a semelhança de organizações existentes em outras partes do mundo.
Este curso, que reuniu participantes de diversas áreas e oriundo de inúmeros bairros e até mesmo cidades próximas a Salvador, foi na realidade o grande catalisador deste movimento que ganhou corpo com a espontânea criação de 14 Núcleos sediados na cidade do Salvador (Artes Plásticas, Cultura Negra, Cultura Popular, Dança, Intercâmbio Cultural, Literatura, Marketing e Comunicação Integrada, Moda e Cultura, Música, Projetos Culturais e Captação de Recursos, Política Cultural e Educação, Reflexões e Críticas, Teatro e Vídeo) e 01 núcleo estabelecido no interior e que, atualmente, congrega 10 cidades da RMS.
A semente lançada pelos profissionais responsáveis pela condução das turmas encontrou solo fértil na ansiedade da maioria dos participantes – membros da comunidade artística, simpatizantes da arte e da cultura brasileira e empreendedores voltados para o mercado cultural – que haviam acorrido ao evento com o objetivo de municiar-se de informações e capacitação profissional que lhes abrissem as portas do mercado cultural ou, no caso daqueles que já transitavam por ele, que lhes permitissem firmar-se e crescer dentro das atividades profissionais ligadas à cultura e arte na Bahia.
Desde o segundo semestre de 1999 esse Núcleo de Negócios Culturais, como são conhecidos dentro da RAC, passaram a reunir-se, com regularidade, todas as semanas quinzenas ou mensalmente, de acordo com a disponibilidade ou interesse comum de seus membros e, a cada primeira quarta-feira do mês, em um encontro maior e geral conduzido por, no mínimo, um dos consultores do Programa Empreendedor Cultural. A convivência, o conhecimento e, até mesmo a desenvoltura, propiciada por esse encontros, onde brasileiros, fez surgir uma nova geração de agentes culturais que vem conquistando espaço no mercado local até mesmo nacional e internacional exemplo disso o apoio recebido todos os anos pelo Mercado Cultural onde participa integralmente dos eventos técnicos e da Feira de Arte Latino-americana um dos pontos altos do evento.
Desta idéia e da necessidade de manter este espírito de coletividade um pequeno grupo destes agentes culturais diante da dificuldade de sustentar a idéia macro da Rede organizou-se numa associação que deram o Nome Condomínio Cultural - que sugere com a instalação da sua sede fomentar novamente a reorganização da Rede Baiana de Agentes Culturais.
O modelo de organização espelha-se numa já consolidada experiência no Rio de Janeiro na área de cultura e uma experiência de prática da economia solidária com condomínios empresariais instalados em São Paulo, um já sendo implantado no Nordeste (em Recife) outros em alguns paises do exterior. Ref.: (CONDOMINIO SPARTACO – COTIA – SP - ) (ver notas de referências)
Qual foi o Programa Fomentador?
O Programa Empreendedor Cultural realizado por consultores da FP Engenharia Cultural através de parceria com o SEBRAE e Secretaria de Cultura e Turismo do Estado da Bahia em 1999. Como principal gerador o “Curso Como Viabilizar Projetos Culturais” oferecido pela parceria citada. Veio após a idéia de organização de uma rede de agentes culturais – a semelhança de organizações existentes em outras partes do mundo.
Este curso, que reuniu participantes de diversas áreas e oriundo de inúmeros bairros e até mesmo cidades próximas a Salvador, foi na realidade o grande catalisador deste movimento que ganhou corpo com a espontânea criação de 14 Núcleos sediados na cidade do Salvador (Artes Plásticas, Cultura Negra, Cultura Popular, Dança, Intercâmbio Cultural, Literatura, Marketing e Comunicação Integrada, Moda e Cultura, Música, Projetos Culturais e Captação de Recursos, Política Cultural e Educação, Reflexões e Críticas, Teatro e Vídeo) e 01 núcleo estabelecido no interior e que, congregava 10 cidades da RMS.
A semente lançada pelos profissionais responsáveis pela condução das turmas encontrou solo fértil na ansiedade da maioria dos participantes – membros da comunidade artística, simpatizantes da arte e da cultura brasileira e empreendedores voltados para o mercado cultural – que haviam acorrido ao evento com o objetivo de municiar-se de informações e capacitação profissional que lhes abrissem as portas do mercado cultural ou, no caso daqueles que já transitavam por ele, que lhes permitissem firmar-se e crescer dentro das atividades profissionais ligadas à cultura e arte na Bahia.
Desde o segundo semestre de 1999 esse Núcleo de Negócios Culturais, como são conhecidos dentro da RAC, passaram a reunir-se, com regularidade, todas as semanas quinzenas ou mensalmente, de acordo com a disponibilidade ou interesse comum de seus membros e, a cada primeira quarta-feira do mês, em um encontro maior e geral conduzido por, no mínimo, um dos consultores do Programa Empreendedor Cultural. A convivência, o conhecimento e, até mesmo a desenvoltura, propiciada por esse encontros, onde brasileiros, fez surgir uma nova geração de agentes culturais que vem conquistando espaço no mercado local até mesmo nacional e internacional exemplo disso o apoio recebido todos os anos pelo Mercado Cultural onde participa integralmente dos eventos técnicos e da Feira de Arte Latino-americana um dos pontos altos do evento.
Desta idéia e da necessidade de manter este espírito de coletividade um pequeno grupo destes agentes culturais diante da dificuldade de sustentar a idéia macro da Rede organizou-se numa associação que deram o Nome Condomínio Cultural - que sugere com a instalação da sua sede fomentar novamente a reorganização de Redes.
O modelo de organização espelha-se numa já consolidada experiência no Rio de Janeiro na área de cultura e uma experiência de prática da economia solidária com condomínios empresariais instalados em São Paulo, um já implantado no Nordeste (em Recife) outros em alguns paises do exterior.

Como Surgiu o Condomínio?


Diante das dificuldades de manterem individualmente seus empreendimentos e, por falta de um local adequado, eles resolveram visitar alguns prédios, no antigo centro de Salvador, e descobriram o edifício da Associação dos Empregados do Comércio do Estado da Bahia, construído em 1917, localizado na Rua do Tira Chapéu, No. 01 Instalando assim um condomínio com a finalidade de prestar serviços à comunidade de forma cooperativada, promovendo para o seu quadro de profissionais associados, forma alternativa de trabalho e renda apostando no modelo de uma nova economia.
Apostando nessa idéia pioneira, eles estão instalados no segundo andar deste solar histórico. Futuramente pretendem incorporar mais uma sala com capacidade para 50 pessoas, que será utilizada para o desenvolvimento de atividades de capacitação, realização de oficinas, mine-cursos, exibição de vídeos, palestras e promoção de exposições artísticas, etc.
O condomínio é administrado por um comitê gestor subdividido em coordenações específicas. Os mantenedores do condomínio são pequenos empreendedores na área de cultura e nas áreas que fazem interface com a cultura, turismo e ecologia, e ONG’s parceiras.
Os empreendedores associados também estão empenhados em criar projetos autogestionários (o que eles chamam de empenhos coletivos) dentre estes empenhos a luta pela recuperação e preservação do imponente prédio da Associação dos Empregados do Comércio do Estado da Bahia, que abriga uma rara biblioteca, quadros, vitrais, móveis e um antigo elevador manual, ainda em funcionamento e um dos primeiros da cidade. Por conta disso tem buscado parcerias no âmbito municipal, estadual e federal dando exemplo da capacidade dos agentes culturais de buscar formas alternativas de geração de trabalho e renda.
Além deste importante movimento em favor do patrimônio histórico local mantém uma rede de relacionamento com entidades com objetivo de estimular e assessorar as ações de ordem organizativas bem como a elaboração e encaminhamento de projetos, formação na áreas de gestão e planejamento, visando a autosustentação das entidades amigas.


Além de estimular a cultura e a cidadania em todos os seus projetos, os associados do CEC, sem perderem a ação de responsabilidade social, tem como meta dar oportunidade aos jovens para o ingresso no mercado de trabalho possibilitando sua atuação na execução de projetos e eventos. Nesta dimensão já consolidou a organização de grupos de trabalhos (ação colaborativa) que se destina ao exercício de produções culturais com foco na capacitação dos jovens.

Salientamos todo esforço da equipe do CEC e parceiros bem como o excelente apoio que sempre que é recorrido nos presta o SEBRAE, na prestação de serviços para o estudo de viabilidade técnica e econômica do empreendimento, formação do pessoal envolvido, além disso registramos o apoio dos realizadores do Mercado Cultural que possibilitou em vários momentos a visibilidade do grupo na FALA – Feira de Arte Latino Americana, a receptividade das Conferências Municipais e Estaduais de Cultura e de Meio Ambiente ao nosso trabalho e a nossa participação efetiva, a manifestação de elogios pela idéia inovadora que a nossa entidade recebeu do Então Ministro da Cultura Gilberto Gil e muitos outros fatos que nos dá a certeza que estamos no caminho certo.


Estamos nos organizando numa ação de solidariedade ao projeto, buscamos indicações de apoios de toda a sociedade para que possamos resgatar a nossa sede física e dar continuidade aos trabalho.


Gostaríamos portanto neste momento de contar com o apoio de todos para que possamos com tranqüilidade compartilhar com o país no empenho da promoção social, desenvolvendo nosso projeto que nada mais é que “a criatividade a serviço da cultura e da economia” projeto tem chamado a atenção de um bom número de pessoas, de entidades e sua criação já repercutiu em alguns estados.


Nota de Referências.
o do esforço individual de cada um de nós, dia após dia, até que a Cultura da Partilha seja a base do sistema econômico praticado em todos os países do mundo.
Nota: Trechos de uma entrevista com Rodolfo Leibholz, um Executivo de uma das empresas do Pólo Spartaco – São Paulo – Condomínio Empresarial que pratica a Economia de Comunhão (adaptada no meio político brasileiro como economia solidária)
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Este conteúdo tem 1 Comentários

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  1. Suely Melo comentou:
    em 14.08.2012 às 19:55

    É um mecanismo muito importante de troca e de aprimoramento pessoal (aprender a trabalhar em grupo, em equipe, cada hora um liderando) e profissional, quando trocamos nossas experiências e nos auto-auxiliamos para o bem comum.

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