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Colaboradores

Portal A Ponte

CACHOEIRA - BA
Cadastrado em: 14/03/2017

Com a implantação dos cursos do Centro de Artes, Humanidades e Letras (CAHL/UFRB), em 2007, as dinâmicas das atividades sociais e culturais, as produções difundidas nas redes sociais e criação de novos sítios de web regional passaram a ser multiplicadas. Além disso é possível perceber o desenvolvimento para diferentes classes de trabalhadores da cultura e do turismo que foi possível nas dadas proporções a partir de práticas de capacitação e inclusão que essa instituição passou a realizar na cidade.

Neste contexto, a organização de estudantes universitários, oriundos de três diferentes grupos de Estudos e Práticas em Jornalismo Literário, Documentário e Tecnologias Sociais passou a gerar novos conteúdos periódicos, inicialmente via Facebook (fanpage).

Assim surgia em 2012 o Coletivo A Ponte, que gerava novas cartografias virtuais da cidade, ampliando seu “território-rede” (entendendo que o mundo tem duas dimensões territoriais). Esse coletivo, formado inicialmente por três membros, buscou meios sustentáveis e cooperativos de financiamento e passou a produzir conteúdo em multimídia na rede social em análise.

Posteriormente, em 2013, com a primeira versão do site (www.portalaponte.com) que chega a sua terceira versão (3.0) produzindo coberturas jornalísticas em mídia livre (em diferentes formatos, licenças e plataformas), com conteúdo inteiramente copyleft, atuando também com a plataforma livre de mapeamento, motivando através do
marketing a inclusão e ampliação de negócios criativos entre outras colaborações do público local para a criação de espaços imaginários por uma cartografia colaborativa e virtual de Cachoeira, no Recôncavo, considerada uma das cidades mais movimentadas do circuito cultural da Bahia.

A cadeia produtiva cultural de Cachoeira passou a contar com uma nova ação coletiva de comunicação que se organizou como um movimento de cooperativismo. Sempre ampliando-se na escala de alcance e atingindo o empoderamento simbólico com um portal informativo e periódico tendo como princípio editorial a valorização da diversidade cultural e a promoção turística, além da garantia de sustentabilidade e escalabilidade do trabalho coletivo sustentado por um “crownfounding offline” entre cidadãos para um trabalho cooperativo de planejamento de estratégias de geomarketing, para superar algumas demandas da cidade e dos seus diferentes atores sociais, que operam no campo da economia local, sobretudo a demanda de mediação de modo centralizado além da agenda local de notícias sobre atividades tradicionais, divulgação de produções culturais e de roteiros turísticos integradamente.

A interorganização foi possível pela necessidade comum da de setores diferentes deste território não-metropolitano. Sobretudo com a crescente demanda por “inovação e criatividade” devido à assimilação capitalista que se contornava de modo cada vez mais nítido por meio das chamadas “publicações patrocinadas”, aplicações que utilizam das linguagens mais popularizadas das novas tecnologias da informação e comunicação (NTICs) da atualidade, uma prática baseada na mineração de dados de diferentes públicos para alcance eficiente de propaganda que entre 2012 e 2015 teve um salto histórico na frequência de publicações gerais do Facebook. Este fator fez com que práticas de mídia integrada (online e off-line), ações criativas e solidárias fossem desencadeadas pelo Coletivo A Ponte, afim de continuar gerando novos produtos de comunicação e novos leitores, formando assim, em escala local, novos colaboradores midiativistas e mantendo o cumprimento de metas sociais e de produtividade junto aos apoiadores do portal.

Em 2015 o coletivo vive um hiato produtivo pela mudança de cidade por parte de todos os membros. Surgia então a necessidade de uma realização construtiva de uma rede cooperativa para continuar idealizando A Ponte. Surge então a necessidade reconexão. A oportunidade surge em 2016, com isso a ideia da edição inaugural do Simpósio Independente de Comunicação e Cultura “Reconexo” que ocorre em 2017 e pretende ser um evento anual.

Alinhando as tecnologias digitais, o conhecimento acadêmico, as vias econômicas da cidade histórica, a participação da sociedade cultural com conteúdo e de empreendedores turísticos com financiamento, somando isso ao alinhamento ideológico entre os membros do coletivo e as possibilidades de um trabalho em rede e colaborativo, com conteúdos coproduzidos pelo público, fez com que durante 2012 e 2017 o A Ponte gerasse no cenário do Midiativismo no Recôncavo, novos agentes e novos nichos de negócios criativos entre parceiros de naturezas diversas (públicos, privados e sociais) atraindo e consolidando novos nós na rede digital, alinhando outras tessituras narrativas, se organizando e ampliando o território-rede da cidade.

A ação deste coletivo enquanto movimento cooperativo reconhece que: Midiativistas, portanto, são comunicadores que estariam em constante produção de conteúdo e formação de novos ativistas, tendo uma visão das emergências sociais e da mídia alternativa, refletindo sobre demandas mercadológicas internas e externas que fortalecem o marketing digital e, consequentemente, a cadeia produtiva da Cultura, servindo de aquecimento midiático para promoção das redes econômicas regionais.

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