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Jornal iTEIA

21.02.2014 - 12h03

Jacqueline Aisenman faz apresentação do Prêmio Literário Valdeck Almeida de Jesus

Por: Jacqueline Aisenman

ampliar Imagem: Richard Calil Bulos - foto: Ma. De Fátima B. Michels
Obra reúne 188 poetas do mundo lusófono



Ninguém apresenta mais Valdeck Almeida de Jesus. Ninguém mais apresenta seu Prêmio Literário. O nome de Valdeck no mundo da literatura atual já é sinônimo da mesma, com a qualidade inegável dos que fazem tudo o que fazem com carinho e profissionalismo.
Este Prêmio, que há anos vem dando força e imagem a tantos escritores sem outras oportunidades, consagrou-se através do talento de seu criador.



Valdeck é jornalista. Mas também é escritor. E poeta. E um dos maiores batalhadores culturais que tive a honra e o prazer de conhecer. Menino, já escrevia e se alinhava atrás dos livros. Adolescente, já fazia arte com os livros. Cresceu o menino e as artes continuaram. Como escritor e promotor cultural muitos já o reconheceram, muitos mais ainda o reconhecerão.



Valdeck é um pilar para nossa literatura nacional que avança a passos largos para as fronteiras do país conquistando espaço fora dele. No ano passado, foi com alegria imensa que o recebi aqui na Suíça para o lançamento internacional de sua antologia Prêmio Literário Valdeck Almeida de Jesus, com textos lindos e capa maravilhosa da artista Nilda Lima. No 27º Salão Internacional do Livro e da Imprensa de Genebra, o livro foi divulgado e muito bem aceito pelo público.



Para nossa felicidade e para a felicidade da cultura brasileira, Valdeck por onde passa nada deixa no lugar! Pelas suas mãos, talentos jovens e menos jovens têm conseguido realizar o sonho da publicação de um livro e, mais, bem mais, de ver seus trabalhos divulgados no Brasil e no exterior. Valdeck luta de caneta em punho e vence!



Este ano o livro traz na capa uma pintura do artista plástico Richard Calil Bulos, carioca radicado desde a infância em Santa Catarina e que faleceu em 2007. Richard, filho de um brasileiro filho de libaneses e de uma suíça de Genebra, soube durante toda sua vida retratar com amor e grande sensibilidade a vida dos pescadores da cidade de Laguna, onde viveu. O artista, autodidata, tem hoje seus quadros em vários países e tem seus belos traços, inconfundíveis, reconhecidos internacionalmente.



Mas... do que falam os escritores, o que vem na alma destes poetas que aqui estão? Um pouco de tudo. Fala-se de amor e de solidão. Fala-se da vida. Escreve-se aqui com o coração e de uma forma tão intensa, que fica difícil não ter vontade de reler após uma primeira leitura.



“Deixa-me buscar as minhas rimas...!”, diz o poeta!
“O poema começa por ser uma cópula mental.
Filho da utopia, amante da magia,
vive faustosamente entre parêntesis gadelhudos!”, declama utópico outra voz poética!
“Que música triste e sombria é esta,
Que nos pampas veio ecoar?
Será a voz de Tânatos, que das trevas chama?
Ou é o canto de Ikú, sereno como a noite, a soar?” canta mais um poeta!
Eis uma pequena amostra do que você vai encontrar continuando a folhear este livro. Continue, você vai gostar!

Jacqueline Aisenman - Jacqueline Aisenman nasceu Soares Bulos, filha de Richard e Terezinha Marta, em Laguna (SC), em 1961. Viveu de forma pisciana a Era de Aquário que apontava. Neta de Abelardo Calil Bulos e sobrinha de Armando Cali Bulos, ambos donos de estilo inconfundível na escrita, assim como seu pai, Richard, todos eles homens que se destacaram no jornalismo e na política pelo sabor da pena.



Escrever sempre foi sua maneira de viver bem mais do que uma profissão. Assim aprendeu a falar, demonstrar sentimentos, se defender, explicar coisas, contar o incontável, subtrair as dores. Escrevendo aprendeu e viveu.
Foi Diretora dos Museus Anita Garibaldi e Casa de Anita em Laguna-SC e Diretora do Departamento de Cultura da cidade; foi colaboradora de vários jornais em Santa Catarina como redatora e revisora. Foi fundadora e redatora do jornal "O Manifesto", de curta, mas intensa vida.



Estabelecida em Genebra, Suiça, desde 1990. Trabalhou como funcionária internacional na Missão Permanente do Brasil junto à ONU durante mais de dez anos. Deixou a Missão para se dedicar de vez à escrita em 2004. Hoje edita a revista literária digital e o site Varal do Brasil (varaldobrasil.ch) fazendo uma ponte de palavras entre o continente europeu e o Brasil. Tem em seus sites e no blog os seus meios de expressão na internet.

É membro do Grupo de Escritores Lagunenses Carrossel de Letras e da Rede Brasileira de Escritoras (REBRA), Sociedade Poetas del Mundo e Embaixadora pelo Circulo Universal dos Embaixadores da Paz.     


     
Fonte: UBE


 

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