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Jornal iTEIA

28.01.2013 - 14h00

Ata de Runião Fundação Vale

Data 28/01/2013

Importante

Rede Carajás de Cooperação Cultural

Ata de Reunião do dia 28/01/2013 às 15 horas no Escritório da
Empresa - Vale no Bairro Amapá – Marabá Pará, com os seguintes
Participantes: Vale, Fundação Vale Rede Carajás de Cooperação
Cultural, Secretaria M. de Cultura, Fundação casa da Cultura de
Marabá, FECOM - Federação das Entidades Comunitárias de
Marabá. A reunião iniciou com uma breve apresentação dos
participantes. Eloísio Araújo (Vale – Marabá/PA) se apresentou
dizendo que a Vale tem interesse nesse dialogo com a comunidade
Paulo Ivan ( Vale - gerente Geral de relações com comunidades –
Belém/PA) continuou reunião falando da estrutura da Vale,
inclusive que a Fundação Vale faz parte desta estrutura da empresa
e também apresentou Eduardo Maciel (representante da área de
Cultura da Fundação Vale - Rio de Janeiro) que falou na existência
de representações da Fundação Vale em todas as localidades e
territorialidades, dependendo das demandas e ao longo de todo
Brasil analisando projetos que intercala essas áreas redimensionada
ao tema Cultura e esporte: Fala ainda que o posicionamento da
fundação sobre as questões Culturais são diretrizes estratégicas “no
caso de projetos culturais” com objetivo de desenvolver ações
locais e regionais, institucionalizando e congregando demandas
como patrocínios dependendo das suas aprovações. Paulo Ivan (
Vale – Belém ) reforça a relação das entidades com a fundação
Vale e disse que toda verba destinado à fundação torna-se pública.
A Vale já tem esse pensamento de identificação de necessidades.
“Ouvir as pessoas no local onde estão” disse Paulo, afirmando que
antes as ações da Vale eram equivocadas e que hoje a mesma tenta
desenvolver um trabalho melhor com as comunidades. Deise
Botelho (Rede Carajás de Cooperação Cultural, Gam) falou que
Rede Carajás de Cooperação Cultural
ainda é muito confusa essa “relação da Vale” e as comunidades e que para compreender precisamos de muito dialogo e que as coisas fiquem mais claras a partir desse momento. Paulo Ivan (Vale) diz que é preciso desenvolver a sensibilidade de realizar o que e bom. Deise Botelho retoma com a palavra e fala que para construir algo temos que ter bom senso, pois acreditamos num futuro do desenvolvimento sustentável, nosso sonho é que a Vale e a Fundação Vale mude o formato de intervenção nas comunidades. “A Vale precisa perder o medo de ouvir” com pouco ou com muito recurso, reafirma seu posicionamento em relação à empresa. Professor Alexandre (Alixa - Universidade Federal do Pará - membro da Rede Carajás de Cooperação Cultural) diz que hoje nós vivemos um mundo totalmente diferente, “sou Amazônida, nasci na Amazônia e isso me da muitos sonhos”. Encontrei a Associação dos artistas, o Gam - Galpão de Artes de Marabá que me acolheram muito bem. “Sou contra o colonialismo e tenho uma missão nesse território, As pessoas, as empresas chegam aqui e agem da sua forma e isso e inaceitável!” Territorialidade é um diálogo em construção de novos conceitos. Temos que ter a coragem de construir um novo designo, uma nova concepção. A rede é mista tem pessoas que só tem um telefone, mas mesmo assim conseguimos nos comunicar. Cada um (artista, líder comunitário) vê dentro do seu projeto ou instituição suas dificuldades, mas continua fazendo mesmo sem recurso. Nossa rede é de cooperação um ajuda o outro. Queremos construir juntos. “Se não há conflito não há mudança”. Deíse Botelho complementa que o individuo pensa em si. A região sempre viveu na dificuldade; partimos dos artistas que reclamavam sobre o governo que não investe na região. Então começamos a trabalhar na criação de eventos e projetos que valorizasse o artista da nossa terra. Paulo Ivan (Vale) disse que hoje há uma reserva de mercado, falamos de uma vinda de profissionais de fora que podem crescer mais que a gente (localidade). A Vale tem plena consciência de que o Rio de Janeiro ganha mais recurso que os territórios onde a “ela” atua. Deise
Botelho diz que a gente não consegue mais pensar Marabá isoladamente exemplificou o FECAM – Festival da Canção em Marabá que vem artistas de todo pais, mas no ultimo valorizou o artista local mesmo concorrendo com outros que não são da nossa região ou cidade; e propõe ações que quebrem barreiras e disputas entre municípios. Alixa, (UFPA/Rede) incomodado com os questionamentos de Paulo Ivan (Vale), fala que é importante ressaltar que essa medida capitalista, o lucro só funciona na mídia mesmo. Profissões não precisam ser "reconhecidas” para existir. Não estamos mediados pela mídia e sim pelo nosso profissional, nossas ações, somos produtores, nós criamos. Não somos amadores profissionais somos criadores, produtores culturais, homens pensantes, elaboradores. Antônio Botelho (Rede de cooperação cultural/Gam) disse que costumamos e sempre contamos nossa história através de ciclos econômicos e não do desenvolvimento humano. Nunca nos vimos tão próximos da Vale ; e não podemos se submeter a ser melhor e vice-versa. Posso questionar “A Vale e o desenvolvimento”, “responsabilidade social e equilíbrio social” e como artista, deixei claro em outras reuniões da Vale quando eu falei que “deixei minha alma de artista em casa para conversar com a empresa” hoje isso se inverteu estou com minha alma de artista e não de guerrilheiro. Deise Botelho entregou o livro Politica para as Artes – “Praticas e reflexão” publicado pela FUNARTE onde tem um capítulo escrito por ela (Deíse) e pelo professor Alixa. Claudio Feitosa (Secretário de Cultura de Marabá) Falou que equilíbrio não é o resultado e sim uma teima permanente. O mesmo fez uma reflexão histórica sobre as fundações no Brasil criadas por possibilidades e não necessidades, utilizam e financiam ações através das leis de incentivo. Cita que há menos de dez anos profissionais começam a migrar e participar dessas fundações. No ponto de vista do secretário a Vale tem como especificar e financiar recursos para região e acredita que esse é o mesmo pensamento da rede. Jeania santos – (Presidente da Federação das Entidades Comunitárias de Marabá – FECOM/Rede
Carajás de Cooperação Cultural) Realizou uma intervenção e falou na linguagem popular Questionando: __ “O que a Vale tem pra nós?” Qual é o posicionamento da empresa em relação aos recursos que a REDE CARAJÁS DE COOPERAÇÃO CULTURAL, solicitou na carta aberta enviada à Fundação Vale? O que fazer com jovens e crianças que estão em vulnerabilidade social às margens da ferrovia e nas cidades em que ela passa? Qual é o valor de todo esse trabalho que sempre desenvolvemos na nossa comunidade sem apoio e até mesmo tendo que suportar perseguições politicas de A e B? Mesmo assim estamos tentando fazer o nosso papel em busca da melhoria da qualidade de vida das comunidades onde atuamos. Citou também sobre o programa Vale Música que só Belém / PA tem acesso. “Mesmo que haja discussões sobre projetos vindos de cima para bairro esse a gente queria que fosse implementado aqui na região Carajás”. Os representantes da Fundação Casa da Cultura de marabá falaram sobre o projeto - Alpa Musical que será financiado pela Vale e que atenderá as comunidades próximas à ferrovia a mando da empresa. .....................................Eduardo Maciel (F.V) voltou a falar que não há necessidade de uma representação especifica da Fundação Vale em Marabá, pois já está representada pelos colegas que estão na Vale, no caso Eloiso Araújo em Marabá e nas outras cidades também há quem responda pela Fundação com a função de passar as demandas, projetos ou ações para Rio de Janeiro. Ainda na sua fala destaca que irá fazer um levantamento cultural, partindo do geral Brasil para as especificidades nos Estados e Cidades dividindo em caixas e essas caixas preenchidas pelas manifestações regionais e locais, em relação ao apoio da Fundação. O professor Alixa fica indignado com posicionamento fascista do representante da Fundação e se retira da reunião, dizendo que não compactua com esse tipo de diálogo onde a empresa só pensa em si mesma e em nenhum momento está pensando na região em que atua e estrai cerca de 40% de sua produção global, em Marabá. Eduardo Maciel depois da saída do professor Alixa, pede que a Rede
compreenda esse momento, pois ele está chegando agora e precisa conhecer primeiro a realidade e que não tem as respostas que a rede quer ouvir nesse momento. Deise Botelho fala que dessa forma não temos como dialogar e que está desapontada e triste. Claudio Feitosa disse que é necessário agendar reuniões com a Fundação Vale para dialogar sobre as novas politicas de estruturação de investimentos da Vale, discutir a questão cultural em Marabá e Região. As sugestões partiram também da empresa como a agenda da 1º Reunião que será no inicio de Março. Foi discutido (rede)...........................também na reunião sobre como regionalizar as aplicações dos recursos dentro das leis de incentivo, que a Vale estabeleça um % percentual proporcional a sua produção para Região Carajás, também foi proposta a ideia da Fundação Vale será a realização de um Curso de gestão Cultural com o objetivo de formar gestores culturais que saibam fazer projetos na área. O que realmente a Rede queria ouvir eram outras respostas e explicações como o caso da grande “coincidência” do projeto também Rede Carajás de cultura e Arte que a vale divulgou em Parauapebas e as ações da Rede Carajás de Cooperação Cultural já desenvolvidas durante todos esses anos e qual seria a medida compensatória à nossa região já que só em Tucumã e Parauapebas com algumas simples ações como cursos e oficinas, a empresa vai gastar R$ 2.700.000,00 (dois milhões e setecentos mil reais) recurso público oriundos de lei de incentivo. E a existente Rede Carajás?, e as outras cidades? E a região Carajás? Jeania dos Santos Lima (FECOM) e Jonas Carneiro secretários, designados pela Rede Carajás para redigi a presente ata que será assinada pelos participantes na próxima reunião.

Presentes na Reunião.

Eloisio R. C. Vale / Alpa Marabá
Ana Castro R. C. Vale / Alpa Marabá
Adriana Cunha R. C. Vale / Alpa Marabá
Paulo Ivan D. R. C. Vale Belém
Eduardo Maciel Gerente de Cultura Fundação Vale Rio Janeiro
Thiago Saldanha Analista de Cultura Fundação vale Rio Janeiro
Deize Almeida Gestora Cultural Rede Carajás Marabá
Jeania dos santos Produtora Rede Carajás Marabá
Alixa Santos Doutor Rede Carajás Marabá
Antonio Botelho Artista Rede Carajás Marabá
Jonas Carneiro Produtor Rede Carajás Marabá
Claudio Feitosa Secretário de Cultura Prefeitura Marabá
Katia Gestora F. C. Cultura Marabá
Fabio F. C. Cultura Marabá
Bruno F. C. Cultura Marabá
Marlon F. C. Cultura Marabá

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